Por Couto & Sasso Advocacia
A contratação pública deve seguir regras específicas para garantir transparência, eficiência e controle dos recursos. Contudo, existem situações em que a licitação pode ser dispensada. Mas quando isso é permitido? Como funciona a contratação direta pelo poder público? Quais são os critérios que garantem a legalidade do processo?
O tema ganha relevância diante do compromisso da administração pública em garantir o melhor custo-benefício e evitar irregularidades. Neste artigo, vamos esclarecer detalhadamente como funciona a contratação direta pelo poder público, seus tipos e as regras aplicáveis.
Atualmente, a regra geral é que o poder público deve realizar um processo de licitação para adquirir bens e serviços. No entanto, a legislação prevê exceções em que a administração pode efetuar a compra direta sem a necessidade de um certame.
Essas exceções estão previstas na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021) e se dividem em duas categorias:
A dispensa de licitação ocorre quando a administração pública pode contratar diretamente um fornecedor, pois o certame não se faz necessário. As principais situações incluem:
Ademais, para evitar fraudes e favorecimentos, a administração deve justificar detalhadamente a necessidade da compra direta.
A inexigibilidade de licitação ocorre quando a concorrência é inviável, seja pela exclusividade do fornecedor ou pela natureza do serviço prestado. As situações mais comuns incluem:
Assim, a inexigibilidade de licitação permite que o poder público tenha acesso a produtos e serviços exclusivos sem necessidade de concorrência, desde que respeitados os critérios legais.
A fim de garantir transparência e legalidade, a contratação direta pelo poder público exige uma série de documentos, incluindo:
Portanto, a compra direta deve ser utilizada de forma criteriosa para garantir que os recursos públicos sejam aplicados corretamente e em benefício da população.
A contratação direta pelo poder público é um mecanismo importante para garantir eficiência em determinadas aquisições, mas também representa riscos se não for aplicada corretamente. Por isso, é fundamental que haja fiscalização, transparência e respeito às normas legais. Com boas práticas, o processo pode ser um aliado na gestão eficiente dos recursos públicos, evitando desperdícios e garantindo serviços de qualidade à sociedade.
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