Como funciona a contratação direta pelo poder público?

Por Couto & Sasso Advocacia

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A contratação pública deve seguir regras específicas para garantir transparência, eficiência e controle dos recursos. Contudo, existem situações em que a licitação pode ser dispensada. Mas quando isso é permitido? Como funciona a contratação direta pelo poder público? Quais são os critérios que garantem a legalidade do processo?

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O tema ganha relevância diante do compromisso da administração pública em garantir o melhor custo-benefício e evitar irregularidades. Neste artigo, vamos esclarecer detalhadamente como funciona a contratação direta pelo poder público, seus tipos e as regras aplicáveis.

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O que é a contratação direta pelo poder público?

Atualmente, a regra geral é que o poder público deve realizar um processo de licitação para adquirir bens e serviços. No entanto, a legislação prevê exceções em que a administração pode efetuar a compra direta sem a necessidade de um certame.

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Essas exceções estão previstas na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021) e se dividem em duas categorias:

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  1. Dispensa de licitação
  2. Inexigibilidade de licitação
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Dispensa de Licitação: Quando é possível?

A dispensa de licitação ocorre quando a administração pública pode contratar diretamente um fornecedor, pois o certame não se faz necessário. As principais situações incluem:

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  1. Emergência ou calamidade pública: Quando há risco de prejuízo à população e é necessária uma resposta rápida.
  2. Baixo valor: Para contratações de pequeno porte, conforme limites definidos na legislação.
  3. Ausência de competição: Quando não existem fornecedores alternativos para determinado bem ou serviço.
  4. Compra de bens produzidos ou prestados por entidades prisionais, assistenciais ou educacionais.
  5. Contratação de organizações sociais qualificadas para serviços específicos.
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Ademais, para evitar fraudes e favorecimentos, a administração deve justificar detalhadamente a necessidade da compra direta.

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Inexigibilidade de Licitação: Quando não há concorrência?

A inexigibilidade de licitação ocorre quando a concorrência é inviável, seja pela exclusividade do fornecedor ou pela natureza do serviço prestado. As situações mais comuns incluem:

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  1. Fornecedor exclusivo: Quando determinado bem ou serviço é oferecido por apenas uma empresa ou profissional.
  2. Serviços técnicos especializados: Como consultorias, auditorias, treinamentos e assessorias altamente qualificadas.
  3. Contratação de artista renomado: Para eventos culturais, desde que seja notoriamente reconhecido pelo público ou pela crítica especializada.
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Assim, a inexigibilidade de licitação permite que o poder público tenha acesso a produtos e serviços exclusivos sem necessidade de concorrência, desde que respeitados os critérios legais.

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Documentos obrigatórios para contratação direta

A fim de garantir transparência e legalidade, a contratação direta pelo poder público exige uma série de documentos, incluindo:

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  1. Justificativa da contratação e da escolha do fornecedor.
  2. Orçamento estimado baseado em estudos de mercado.
  3. Parecer técnico e jurídico que embasam a decisão.
  4. Comprovação da capacidade técnica e financeira do contratado.
  5. Autorizacão da autoridade competente.
  6. Divulgação em portal oficial, garantindo publicidade e controle social.
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Vantagens e desvantagens da contratação direta

Principais vantagens:

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  • Rapidez na aquisição de bens e serviços essenciais.
  • Flexibilidade na contratação de profissionais especializados.
  • Possibilidade de economia em determinadas situações.
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Principais desvantagens:

  • Risco de corrupção e favorecimento indevido.
  • Falta de concorrência, podendo gerar preços mais altos.
  • Menor transparência, dificultando o controle social.
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Portanto, a compra direta deve ser utilizada de forma criteriosa para garantir que os recursos públicos sejam aplicados corretamente e em benefício da população.

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Conclusão

A contratação direta pelo poder público é um mecanismo importante para garantir eficiência em determinadas aquisições, mas também representa riscos se não for aplicada corretamente. Por isso, é fundamental que haja fiscalização, transparência e respeito às normas legais. Com boas práticas, o processo pode ser um aliado na gestão eficiente dos recursos públicos, evitando desperdícios e garantindo serviços de qualidade à sociedade.

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